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HISTÓRIA DO MORUMBI
Com o rápido
desenvolvimento de São Paulo na segunda metade do século
XX, a cidade começa a se expandir para novas áreas,
entre as quais a conhecida pelo nome de Morumbi. Até então
ocupado por chácaras e pequenas fazendas, o Morumbi se tornaria área
residencial a partir de 1948, fruto do espírito empreendedor
de Oscar Americano. Antevendo o potencial da região, adquiriu grandes glebas
e iniciou um processo de bairro, realizando trabalhos de urbanização,
abrindo e asfaltando ruas, implantado serviços de água,
luz, saneamento básico e transporte coletivo. Grandes empreendimentos
ajudaram a consolidação do Morumbi, entre os quais
o estádio Cícero Pompeu de Toledo, do São Paulo
Futebol Clube, o maior do Estado com capacidade para 150 mil espectadores,
e o Palácio dos Bandeirantes, residência oficial do
Governador e sede do Governo do Estado de São Paulo.
Do final dos anos 40 até hoje, o Morumbi cresceu e intensificou
sua presença na cidade de São Paulo, tornando-se importante
espaço de ligação entre vários outros
bairros.
Apesar disso, as milhares de pessoas que o habitam e que por ele
circulam diariamente percebem a manutenção das características
iniciais projetadas por Oscar Americano: um bairro predominantemente
residencial em que se destaca a grande quantidade de áreas
verdes.
Capela do Morumbi
Avenida Morumbi, 5387
Morumbi - Zona Sul - 3772 4301
A construção de 1825 em taipa de pilão é a
Capela do Morumbi, que está localizada na antiga fazenda que
originou o nome do bairro. Nas paredes do altar, um afresco representando
a cena do batismo de Cristo com anjos apresentando fisionomia de índios.
Restaurada na década de quarenta para valorizar o terreno,
o imóvel, que estava em ruínas, foi complementado com
alvenaria e tijolos. O processo durou até 1950, mas ainda
assim permaneceu fechada até 1957, quando passou à responsabilidade
do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).
Em 1979, o DPH reformou o local e um ano depois entregou ao público
um espaço para abrigar um centro cultural onde ocorrem diversas
exposições.
HISTÓRIA DO BUTANTÃ
Existem muito pouco documentos sobre a origem do Butantã com
bairro.O que se sabe é que no século XVII, os portugueses
doaram a área onde hoje situa o Butantã ao Afonso Sardinha
para construir a margem do rio Pinheiros um porto para escoamento
da produção da região.
Como Afonso Sardinha e sua esposa não tinham filhos, eles
acabaram doando o terreno para os Jesuítas da capela Nossa
Senhora das Graças do Colégio e Igreja de São
Paulo.
Os Jesuítas dividiram a área em 19 sítios que
foram arrendados. Entre esses sítios estava o sitio do Butantã que
foi arrendado em 1750 por Inácio Xavier César.Mais
tarde com a expulsão dos Jesuítas seus bens foram incorporados
ao patrimônio do estado. 
Em 1799 o sítio foi arrendado por Bárbara do Espírito
Santo, em 28/05/1819. Bárbara deixa em testamento a metade
do terreno para Ana Rodrigues Oliveira e sua irmã Maria
Garcia Paes que tarde passaram para o Sargento Mor Policarpo de
Oliveira
em pagamento de uma divida.
A área situada à margem da estrada de Itu, hoje Av.
Corifeu de Azevedo Marques, em 1889 Gertrudes Avelino Jordão
Camargo vendeu a propriedade, denominada Butantã, ao Arnaldo
Jordão de Camargo que vendeu ao Estado onde foram Fundados
o Instituto Butantã e a cidade Universitária.
Entre o período da expulsão dos Jesuítas até a
fundação do instituto Butantã nada foi registrado.
Em 1915 a Cia City iniciou a urbanização da região.
O NOME BUTANTÃ

O nome Butantã vem do indígena Ybitanta que significa
taipa de terra roçada em alusão ao forte Emboaçaba.
O Butantã estava no caminho para o Forte Emboaçaba.
Em um documento datado de 1592 está registrado como Ubutantã,
portanto o surgiu de Ybitanta – Ubutantã – Botanta – Butantan
e Butantã.
Dia do Butantã: O dia do Butantã foi oficializado como
16 de Dezembro pelo decreto Lei Nº 8.337 de 16/12/1975 pelo
Prefeito Olavo Setúbal.
No dia 16 de Dezembro de 1899 foi solicitada a instalação
do Instituto Butantan. O oficio Nº 185, emitido por Adolfo Lutz
ao diretor de Serviço Sanitário.
Instituto Butantan
Obs.: O dia oficial da fundação do Instituto Butantan é 23
de Janeiro de 1901.
Instituições Governamentais Butantã
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Palácio dos Bandeirantes;
·
Corpo de Bombeiros (Policia militar do Estado de São Paulo)
·
Instituto Butantan.
A região do Butantã oferece riquezas informativos e
históricas guardadas em seus arquivos:
·
Museu do crime
·
Museu da arte Contemporânea (MAC)
·
Fundação Maria Luiza e Oscar Americano
·
Palácio dos Bandeirantes
·
Casas históricas, Casa da Fazenda Morumbi
·
Capela Morumbi
·
Casa do Sertanista (Departamento do Patrimônio Histórico
de São Paulo)
Meios de Comunicação
Rádio e Televisão Bandeirantes - Em 1937, foi ao éter
a irradiação oficial da Sociedade Bandeirantes de radiodifusão.
Em 1948, sua programação ganhou nova roupagem, a um
só tempo diversificada e intensa: esportes, política,
noticiário e música.
A Rede Bandeirantes de televisão foi inaugurada em 13 de maio
1967, já em sua sede própria, o Edifício Radiantes
nos altos do morumbi, região do Butantã.
Cresceu muito, tanto assim é, que na atualidade ao gerar programas
em AM, FM e TV, cobre o país todo e ramifica-se pelos cinco
continentes.
Jornal do Butantã
Em 21 de março de 1973, a população do Butantã recebia
em sua casa o primeiro exemplar do jornal do Butantã. Em 1978,
o jornal do bairro tornou-se primeiro totalmente informatizado e
impresso a cores voltado aos interesses regionais, relevantes foi
a sua força em campanhas que redundaram em conquistas de cunho
social, cultural e comercial para o Butantã.
Implantação do dia do Butantã, criação
da Sociedade Amigos da Vila Sônia, clube dos lojista do Butantã;
Lyons e Rotary Club do Butantã; Distrito Butantã da
Associação Comercial de São Paulo. Semanal e
gratuito, sua distribuição domiciliar obedece aos critérios
ditados pelo marketing, atingindo as ilhas de interesse comercial,
reservando 10% da edição , 10.000 exemplares, às
bancas de jornal.
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